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30/08/2016
“Esse esforço conjunto vai gerar bons resultados nos próximos anos”



“Esse esforço conjunto vai gerar bons resultados nos próximos anos”

– Neste mês foi anunciado pela Companhia Docas do Espirito Santo (Codesa) o início da dragagem e derrocagem do Canal do Porto de Vitória, um pleito antigo do setor de comércio exterior do Estado que se arrasta por décadas. Mesmo com a ampliação do calado ainda haverá restrições na entrada de navios grandes no Porto de Vitória. Como o senhor avalia o andamento, a execução e o possível resultado futuro deste projeto?

A conclusão da dragagem do Porto de Vitória é uma demanda importante e antiga dos capixabas. Ela dá mais competitividade para o porto e, sem dúvida, trará resultados positivos para a nossa economia.  


– Um dos pleitos antigos também do segmento, que representa cerca de 50% do PIB do Estado, é a implantação de novos terminais para o recebimento de navios maiores para atender as empresas exportadoras e importadoras. Como estão as tratativas do Governo do Estado?

O Governo do Estado está apoiando os projetos privados de terminais de maior capacidade para o Estado, por meio dos incentivos existentes: programa de incentivos, financiamentos, forte apoio institucional, entre outros. Acreditamos que esse esforço conjunto vai gerar bons resultados nos próximos anos.  


– Há alguma sinalização de um novo terminal conteineiro para as operações no Espírito Santo, visto que muito das operações estão sendo feitas por outros portos brasileiros, seja por causa da falta de contêiner ou pela falta de linhas no Espírito Santo?

Os projetos privados estão em fases distintas, mas todos com boas perspectivas, tais como Imetame (fase de adequação de projeto), Portocel (fase de licenciamento), MLog (fase de estudos iniciais), Petrocity (fase de licenciamento) e Porto Central (fase de licenciamento).


– Recentemente o Governo do Estado mudou algumas regras sobre o Invest. Haverá algum encontro com os empresários para apresentar e discutir tais mudanças?

O aprimoramento do programa de incentivo Invest-ES, por meio da lei 10.550, fortalece o programa e melhora a competitividade das empresas. Esse aprimoramento, assim como outros temas relevantes para o setor, vem sendo discutido no grupo de trabalho sobre Comércio Exterior do Sindiex, que tem participação da Sedes.  


– Crise econômica, oscilação do câmbio, mudanças no cenário político. Quais são as perspectivas do senhor para a economia do Espírito Santo neste ano e em 2017?

Acreditamos que o país vai superar a instabilidade política e iniciar uma nova agenda econômica até o final de 2016. Isso abre boas perspectivas para 2017. O Espírito Santo tem feito o seu dever de casa, mantendo as contas organizadas e um bom ambiente de negócios, o que nos dará diferenciais positivos no momento de retomada econômica do país.     







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